<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456447348800467983</id><updated>2011-04-21T11:13:25.823-07:00</updated><title type='text'>Lia Marques</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://sp450anos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456447348800467983/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sp450anos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>um olhar para</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00660160060582764970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456447348800467983.post-6237258441796744020</id><published>2008-09-26T06:29:00.000-07:00</published><updated>2008-09-26T06:52:47.975-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table align="center" border="0" width="652"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;  &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.amigosbaledacidade.com.br/" target="_blank"&gt;Bale da cidade&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.stagium.com.br/page_detail.cfm?id_noti=1298&amp;amp;secao=Imprensa" target="_blank"&gt;Stagium&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.conexaodanca.art.br/" target="_blank"&gt;Conexão  Dança&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.opalco.com.br/foco.cfm?persona=cias&amp;amp;controle=56%20" target="_blank"&gt;O palco &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://idanca.net/index.php?lang=pt" target="_blank"&gt;i  dança&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Show na Taba - espetáculo de inauguração da TV.&lt;br /&gt;1950 - TV Tupi - Arquivo  Multimeios/CCSP&lt;br /&gt;Na foto: Bailarina &lt;strong&gt;Lia Marques  &lt;/strong&gt;caracterizada como indígena. Um grande show inaugural foi programado,  com músicas, discursos, entrevistas, pequenos atos teatrais, dando a idéia dos  tipos de atrações que comporiam a programação da TV Tupi. Cenário de Alexandre&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);" class="style1"&gt;http://www.centrocultural.sp.gov.br&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width="283"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lNE-Nm_T-JY/SNzmKdI3sUI/AAAAAAAAAK4/ShWEiCX9upw/s1600-h/lia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lNE-Nm_T-JY/SNzmKdI3sUI/AAAAAAAAAK4/ShWEiCX9upw/s320/lia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5250324332902068546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2"&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt;Miudinha, falava tão baixo que quase não se ouvia sua voz. Era bailarina  do Teatro Municipal. Tão novinha e já era a primeira bailarina. Como dançava,  aquela menina!&lt;br /&gt;..&lt;br /&gt;Nas festas do colégio que eram sempre realizadas no  Cine Odeon, sala vermelha ou sala azul, Maria Ignes cantava trechos de operas e  a &lt;strong&gt;Lia &lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);" class="style1"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;dançava&lt;/span&gt; o Lago do Cisne ou o Tico Tico  No Fubá. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr width="122"&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2"&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);" class="style1"&gt;coreografias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1973 - Poesia dos Deuses&lt;br /&gt;1971  - Diagrama&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2"&gt; &lt;hr width="122"&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2"&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);" class="style3"&gt;TEMPO DA DANÇA BRASILEIRA NA DÉCADA DE 60&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;HARALD LANDER, famoso coreógrafo dinamarquês, contratado para organizar uma  temporada, em 1960, no THEATRO MUNICIPAL DO RIO, remonta duas de suas obras: LES  INDES GALANTES e o famoso ETUDES até hoje dançado por companhias do mundo  inteiro. Completando o programa, criou, sobre as BACHIANAS BRASILEIRAS de  VILLA-LOBOS, o &lt;/span&gt;&lt;span class="style1"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;balé IARA&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;( &lt;strong&gt;LIA  MARQUES&lt;/strong&gt; e DÉCIO OTERO, obtendo enorme sucesso de crítica e público.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr width="122"&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2"&gt; &lt;p class="style1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;DANÇA POR CLARISSE ABUJAMRA&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;São Paulo é, sem sombra de dúvida, o pólo mais fértil da dança no país - país  este dono das mais diversas manifestações folclóricas e regionais de dança,  assim como de uma inegável força, qualidade e diversidade musical, duas artes  que aqui neste Estado se encontram. O Ballet da Cidade de São Paulo, dirigido  pela bailarina e coreógrafa Ivonice Satie, é a companhia oficial da cidade,  subvencionada pelo município, e seu largo repertório é quase todo formado por  coreografias desenvolvidas sob a técnica da dança moderna. A cidade também  oferece o estudo gratuito de dança, na Escola de Bailados, que recebe 600 alunos  por ano e é dirigida por Esmeralda Gazal, com a colaboração de suas assistentes  Ilara Lopes e Mariangela D'Andrea. Aliás, no que diz respeito ao ensino, o  Estado de São Paulo conta com uma das melhores faculdades de dança do país - a  Unicamp, Universidade Estadual de Campinas.&lt;br /&gt;Conhecido internacionalmente, o  Ballet de Câmara Stagium, companhia que traz às salas o maior número de  espectadores em todo o Brasil e já completa 25 anos, é dirigido por Márika  Gidali, Décio Otero - ambos intérpretes e coreógrafos - e Vera Sala. Outras  companhias de sucesso são a Cisne Negro, dirigida por Hulda Bittencourt, com  repertório clássico e moderno, e a novíssima República da Dança, dirigida pela  bailarina e coreógrafa Ana Mondini.&lt;br /&gt;A carreira solo e as pequenas companhias  alcançaram um número significativo nos últimos dez anos, assim como também a  dança-teatro e moderna, que ocupam um espaço cada vez maior, com trabalhos,  entre outros, de Ana Mondini, Humberto Silva, João Andreazzi, Renata Mello, Vera  Sala, Gisele Rocha e sua companhia, Mariana Muniz, Sandro Borelli e sua  companhia, Célia Gouveia, Suzana Yamauchi e Mário Nascimento. Ivaldo Bertazzo e  J. C. Violla, bailarinos e coreógrafos com trabalhos distintos, têm em comum o  grande número de espectadores. Vale, ainda, citar Antonio Nóbrega, que  interpreta e desenvolve seu trabalho através das raízes do folclore brasileiro.&lt;br /&gt;O Centro Cultural São Paulo, já há alguns anos, desenvolve os projetos  "Masculino na Dança" e "Feminino na Dança", apresentando durante todo o ano  novos intérpretes, coreógrafos e profissionais de renome.&lt;br /&gt;Um número bastante  grande de intérpretes, coreógrafos e pequenos grupos completam a dança em São  Paulo, que teve no Ballet do IV Centenário, em 1954, um elenco que desde então  atua neste universo. Entre eles, Addy Addor, que hoje dirige sua companhia, Yoko  Okada, Yolanda Verdie, Neyde Rossi, Ismael Guiser, que hoje também dirige sua  companhia e nos anos 60 dirigiu o Ballet Ismael Guiser. Também é da mesma época  o Ballet de Câmara, com Márika Gidali, Victor Ausktin, Peter Hayden e Marilena  Ansaldi, bailarina que mais tarde optou com grande sucesso pela dança-teatro.  Antes ainda do &lt;/span&gt;&lt;span class="style1"  style="font-size:85%;"&gt;IV Centenário&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, Maria Oleneva, Carmem  Brandão, Marília Franco, &lt;strong&gt;Lia Marques&lt;/strong&gt;, Josey Leão, Halina  Biernaka e tantos outros ocuparam o cenário da dança clássica. Na dança moderna,  que começou a ocupar seu espaço nas academias por volta dos anos 60, Penha de  Souza, Vera Kumpera, Renée Gumiel e Klauss Vianna - que deixou sua marca e seu  talento com seus discípulos Ruth Rachou e Clarisse Abujamra - foram os nomes  mais presentes nesse cenário.&lt;br /&gt;Hoje, em São Paulo, a quase totalidade de  produções apresenta as várias tendências da dança contemporânea, e é impossível  numerar os estúdios de dança na capital e Grande São Paulo. E, fora da capital,  São José dos Campos, Santos e Campinas são algumas das cidades que, todos os  anos, oferecem festivais de dança, reunindo expoentes locais de outros Estados e  convidados internacionais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr width="122"&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);" class="style1"&gt;O BALÉ DA CIDADE DE SÃO PAULO&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;é um  dos Corpos Estáveis do&lt;/span&gt;&lt;span class="style3"  style="font-size:85%;"&gt; Theatro Municipal de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.  Foi criado em 1968 como uma companhia clássica e em 1974 transformado em uma  companhia de dança contemporânea com repertório multi-coreográfico, perfil que  mantém até hoje. Os 35 anos do Balé da Cidade de São Paulo contam a história de  duas companhias de dança. A primeira delas é a história de um grupo criado em  1968 com um dupla finalidade: absorver uma parte das alunas e os pouquíssimos  alunos egressos da Escola Municipal de Bailado e atender às necessidades de  bailarinos colocadas pelas óperas encenadas no Theatro Municipal. Nos muitos e  longos intervalos entre um título lírico e outro, esse grupo, então chamado  &lt;/span&gt;&lt;span class="style1"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;span class="style3"&gt;Corpo de Baile Municipa&lt;/span&gt;l&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;,  dedicava-se a produzir arremedos do repertório clássico tradicional e a dançar  sobretudo criações de Johnny Franklin, seu primeiro diretor artístico, e  eventualmente umas poucas obras de&lt;strong&gt; Lia Marques&lt;/strong&gt; e Marília  Franco, ligadas, ambas, à Escola de Bailados e ao recém-nascido Corpo de Baile.&lt;/span&gt;  &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2"&gt; &lt;hr width="122"&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Menos de um ano após sua chegada ao Brasil, &lt;/span&gt;&lt;span class="style3"  style="font-size:85%;"&gt;Veltchek&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; recebeu um convite para mudar-se para São Paulo.  Aquela grande cidade ainda não tinha uma escola oficial, apesar dos esforços de  professores como Chinita Ullmann e Kitty Bodenheim. A Escola Experimental de  Dança do &lt;a href="http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/cultura/theatromunicipal/corposestaveis/0015" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Teatro Municipal de São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, dotada de um  pequeno corpo de baile de dezesseis elementos dirigidos por &lt;/span&gt;&lt;span class="style3"  style="font-size:85%;"&gt;Vaslav Veltchek&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, foi criada por ele em 02 de maio de 1940,  data do exame de admissão, a partir da academia particular dessas duas damas  pioneiras. O professor morava no hotel Esplanada, perto do prédio onde  trabalhava. Produzia muito, precisava ganhar tempo; não podia depender de  transporte. Impossível avaliar o entusiasmo despertado nos jovens, sobretudo nas  moças, que desejavam aprender &lt;em&gt;ballet &lt;/em&gt;clássico na capital do Estado mais  rico do Brasil. Apesar de seu rigor como professor, centenas de meninas e jovens  paulistanas - rapazes quase nenhum - acorreram ao anúncio do início das  atividades. Resultados no que tange ao ensino da dança acadêmica não podem ser  mensurados em curto espaço de tempo, mas, logo no fim do primeiro ano, o  aproveitamento dos alunos foi considerado brilhante, ultrapassando qualquer  expectativa. Dessa primeira experiência paulista com o &lt;em&gt;ballet &lt;/em&gt;Veltchek  citava Marília Franco, Edith Pudelko, Aracy Evans, Wilson Morelly, Pauline  Godart, Gil Saboya e, posteriormente, Lia Marques. &lt;strong&gt;MARQUES &lt;/strong&gt;foi  primeira-bailarina do Ballet do IV Centenário e artista convidada da temporada  de 1961 no Municipal do Rio, na temporada de Harald Lander&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr width="122"&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em 1954, o aniversário dos 400 anos da cidade  de São Paulo teve como principal apresentação artística, o &lt;em&gt;Ballet IV  Centenário &lt;/em&gt;cujos principais bailarinos eram oriundos da EMB: &lt;strong&gt;Lia  Marques&lt;/strong&gt;, Neide Rossi, Ady Addor, Ruth Rachou, Mozart Xavier, Gil Saboya  e outros.  &lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este ano, para comemorar os 450 anos de São Paulo, foram apresentados na rua,  bons grupos de dança dos diferentes povos que compõem a grandeza paulistana e  três preciosas companhias no teatro do SESC Vila Mariana: &lt;em&gt;Balé da Cidade de  São Paulo &lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Ballet Stagium &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Cisne Negro Cia. de Dança &lt;/em&gt;.  Contudo, os jovens bailarinos do Viaduto do Chá não tiveram a oportunidade de  presentear os convidados desta festa com o &lt;em&gt;glamour &lt;/em&gt;que ainda “habita o  cartão postal” dessa cidade. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;&lt;span class="style1"&gt;Simone Mattos de Alcântara Pinto &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2"&gt; &lt;hr width="122"&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Depois de poucos meses de treinamento, alguns radialistas  escolhidos por Assis Chateaubriand, o Chatô, lançaram-se à aventura de fazer TV.  Os estúdios earm pequenos, o equipamento precário, mas o&lt;/span&gt;&lt;span class="style3"  style="font-size:85%;"&gt;  nascimento da TV Tupi &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;foi solene. Assis Chateaubriand presidiu a  cerimômia que contou com a participação de um frade cantor mexicano , Frei José  Mojica, que entoou "A canção da TV", hino composto especialmente para a ocasião.  Um balé de &lt;strong&gt;Lia Marques&lt;/strong&gt; e declamação da poetisa Rosalina Coelho  Lisboa, nomeada madrinha do "moderno equipamento" fizeram parte do show.  &lt;/span&gt;&lt;p style="color: rgb(255, 102, 102);" class="style1"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/TV_Tupi&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2"&gt; &lt;div align="right"&gt;|extratos dos links selecionados| &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456447348800467983-6237258441796744020?l=sp450anos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sp450anos.blogspot.com/feeds/6237258441796744020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6456447348800467983&amp;postID=6237258441796744020' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456447348800467983/posts/default/6237258441796744020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456447348800467983/posts/default/6237258441796744020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sp450anos.blogspot.com/2008/09/sp-450-anos-bale-da-cidade-stagium.html' title=''/><author><name>um olhar para</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00660160060582764970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lNE-Nm_T-JY/SNzmKdI3sUI/AAAAAAAAAK4/ShWEiCX9upw/s72-c/lia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
